Há uma estatística silenciosa no Brasil: a grande maioria das mães de crianças com autismo (TEA) acaba abandonando suas carreiras profissionais. Não por falta de vontade de trabalhar, mas por absoluta falta de opção. Quem vai levar às três terapias semanais? Quem vai buscar na escola quando houver uma crise? Quem vai cuidar nas férias? …
